
“Tivemos cá hoje no Centro de Recursos [CR] DLBC Lisboa Olaias uma comitiva da comunidade local, que veio conhecer o espaço, articular esforços e partilhar visões sobre o território, sobretudo sobre a forma como este Centro se pode abrir à comunidade”, revelou o presidente da Rede DLBC Lisboa. Gonçalo Folgado salientou o facto de a organização estar “a envidar todos os esforços para que esta situação passe de uma visita esporádica a uma realidade do quotidiano”, não esquecendo que “antes de qualquer tipo de operação é necessário trabalhar com as pessoas e verificar, do ponto de vista de diagnóstico, o que é que pode ser feito”. O processo nunca poderá decorrer “de forma unilateral”, pois, “para perceber, efetivamente, do que é que precisam e como podemos ajudá-las” é necessário estabelecer “um diálogo com as pessoas e para as pessoas”, acrescentou.
O CR, a equipa da Rede e o seu presidente receberam a visita de Nuno Wemans (Clube Intercultural Europeu), João Teixeira (KasaPT) e do líder comunitário Mário Maia, mais conhecido por “Marinho”. “Trouxemos ao nosso espaço líderes comunitários que, com o seu conhecimento sobre o território, podem ajudar neste processo de abertura do CR DLBC Lisboa Olaias ao bairro, às comunidades e a Lisboa”, finalizou Gonçalo Folgado.
Gonçalo Folgado, João Teixeira (KasaPT), Elsa Garrido (Rede DLBC Lisboa), Mário Maia e Nuno Wemans (Clube Intercultural Europeu)
O presidente da Rede DLBC Lisboa na companhia de Nuno Wemans, Seomara Machaqueiro (Rede DLBC Lisboa) e Mário Maia
Publicado por: Ana Alexandra Henriques
Um Presidente da República de um país 2/3 urbanizado deve mostrar preocupação pelo facto de o instrumento DLBC urbano estar ausente do Quadro Comunitário vigente e do Orçamento de Estado.O DLBC urbano (Desenvolvimento Local de Base Comunitária) é um modelo que assenta na participação ativa das populações, na construção de soluções a partir do território e no envolvimento das organizações locais. Atualmente, existem mais de 100 Grupos de Ação Local urbanos ativos na UE, maioritariamente na Roménia, mas também em países como a Lituânia, Polónia, Países Baixos, Alemanha, França e Espanha.É um instrumento comprovado na promoção da coesão social, na redução das desigualdades e no fortalecimento das comunidades urbanas mais vulneráveis e que pode ajudar os municípios na resposta aos desafios sociais que enfrentam.Nas eleições presidenciais do próximo dia 18 de janeiro, votar é também uma forma de exigir responsabilidade, diálogo e políticas públicas que não abandonem os territórios à invisibilidade institucional.
Convidamos todos os associados para um Lanche de Natal, a realizar no próximo dia 16 de dezembro, pelas 17h00, no Centro de Recursos DLBC Lisboa, em Carnide.Será um momento descontraído de convívio e partilha entre todos, e gostaríamos de contar com a vossa participação. Agradecemos que tragam uma pequena contribuição para a mesa (comida, bebidas ou outros itens que considerem apropriados). Preencham, por favor, o documento neste link, até 12 de dezembro, para evitarmos sobreposições.
A Clip RD promoveu o Encontro ABL – Associações de Base Local, na Universidade Lusófona, em Lisboa, no dia 22 de novembro de 2025.A Rede DLBC Lisboa marcou presença através da Diretora Executiva, Maria José Domingos, oradora no painel dedicado ao tema “Como envolver a população nas dinâmicas associativas?” Este painel contou também com a participação de Mauro Wah, da Associação de Moradores do Per 11, João Brás, da Youth 4 Change, e Sandra Borges, da Associação Moinho em Movimento, sob moderação de Nelson Ramalho, Professor da Universidade Lusófona.
As moedas sociais e complementares são instrumentos criados por comunidades, associações ou municípios para reforçar as economias locais e estimular trocas solidárias fora do circuito financeiro tradicional.
Em Portugal, o direito à habitação é reconhecido constitucionalmente, mas continua a ser um desafio do presente e do futuro. A escassez de oferta, o aumento dos preços e a dificuldade de planeamento urbano justo e inclusivo são uma realidade para quem vive na cidade. Estas e outras são questões que irão ser abordadas no próximo encontro.Convidamo-lo/a participar no sexto Ciclo de Conversas EAPN Portugal/Rede DLBC Lisboa, "A Cidade por Fazer: Habitação e Planeamento em Debate". O evento terá lugar no dia 17 de outubro, das 10h00 às 12h30, na Biblioteca Camões, em Lisboa. Nesta conversa, iremos refletir sobre os desafios e caminhos possíveis para pensar a cidade como espaço de justiça social. A iniciativa assinala o "Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza".Estes encontros, gratuitos, ocorrerão periodicamente, sendo obrigatório efetuar inscrição prévia, uma vez que o número de participantes é limitado à capacidade da sala.Inscrições até dia 15 de outubro.Contamos com a sua presença!
Confiança política, participação cívica e avaliação dos serviços públicos: venha saber o que os portugueses têm a dizer sobre estas temáticas.No próximo dia 1 de outubro de 2025, entre as 14h30 às 16h50, no Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL), em Lisboa, vai realizar-se a conferência "Confiança nos Serviços Públicos e Participação Cívica: Evidências de um Inquérito Europeu", no âmbito do projeto europeu "Involve".O evento contará com a apresentação dos resultados do inquérito internacional realizado em oito países europeus, incluindo Portugal, naquele que se pretende que seja um espaço de reflexão sobre os desafios que estas matérias colocam à democracia e à governação. Participe neste evento e dê o seu contributo. Consulte o programa na secção "Documentação Relacionada".Agradecemos que confirme a sua presença aqui, até 29 de setembro.
A Rede DLBC Lisboa dá as boas-vindas a três novos associados!
Por que motivo as Organizações Não Governamentais (ONG) e associações têm de pagar IMI, se estão a desenvolver atividades para a comunidade, enquanto outras organizações não o fazem??
Um Presidente da República de um país 2/3 urbanizado deve mostrar preocupação pelo facto de o instrumento DLBC urbano estar ausente do Quadro Comunitário vigente e do Orçamento de Estado.O DLBC urbano (Desenvolvimento Local de Base Comunitária) é um modelo que assenta na participação ativa das populações, na construção de soluções a partir do território e no envolvimento das organizações locais. Atualmente, existem mais de 100 Grupos de Ação Local urbanos ativos na UE, maioritariamente na Roménia, mas também em países como a Lituânia, Polónia, Países Baixos, Alemanha, França e Espanha.É um instrumento comprovado na promoção da coesão social, na redução das desigualdades e no fortalecimento das comunidades urbanas mais vulneráveis e que pode ajudar os municípios na resposta aos desafios sociais que enfrentam.Nas eleições presidenciais do próximo dia 18 de janeiro, votar é também uma forma de exigir responsabilidade, diálogo e políticas públicas que não abandonem os territórios à invisibilidade institucional.
Convidamos todos os associados para um Lanche de Natal, a realizar no próximo dia 16 de dezembro, pelas 17h00, no Centro de Recursos DLBC Lisboa, em Carnide.Será um momento descontraído de convívio e partilha entre todos, e gostaríamos de contar com a vossa participação. Agradecemos que tragam uma pequena contribuição para a mesa (comida, bebidas ou outros itens que considerem apropriados). Preencham, por favor, o documento neste link, até 12 de dezembro, para evitarmos sobreposições.
A Clip RD promoveu o Encontro ABL – Associações de Base Local, na Universidade Lusófona, em Lisboa, no dia 22 de novembro de 2025.A Rede DLBC Lisboa marcou presença através da Diretora Executiva, Maria José Domingos, oradora no painel dedicado ao tema “Como envolver a população nas dinâmicas associativas?” Este painel contou também com a participação de Mauro Wah, da Associação de Moradores do Per 11, João Brás, da Youth 4 Change, e Sandra Borges, da Associação Moinho em Movimento, sob moderação de Nelson Ramalho, Professor da Universidade Lusófona.
As moedas sociais e complementares são instrumentos criados por comunidades, associações ou municípios para reforçar as economias locais e estimular trocas solidárias fora do circuito financeiro tradicional.
Em Portugal, o direito à habitação é reconhecido constitucionalmente, mas continua a ser um desafio do presente e do futuro. A escassez de oferta, o aumento dos preços e a dificuldade de planeamento urbano justo e inclusivo são uma realidade para quem vive na cidade. Estas e outras são questões que irão ser abordadas no próximo encontro.Convidamo-lo/a participar no sexto Ciclo de Conversas EAPN Portugal/Rede DLBC Lisboa, "A Cidade por Fazer: Habitação e Planeamento em Debate". O evento terá lugar no dia 17 de outubro, das 10h00 às 12h30, na Biblioteca Camões, em Lisboa. Nesta conversa, iremos refletir sobre os desafios e caminhos possíveis para pensar a cidade como espaço de justiça social. A iniciativa assinala o "Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza".Estes encontros, gratuitos, ocorrerão periodicamente, sendo obrigatório efetuar inscrição prévia, uma vez que o número de participantes é limitado à capacidade da sala.Inscrições até dia 15 de outubro.Contamos com a sua presença!
Confiança política, participação cívica e avaliação dos serviços públicos: venha saber o que os portugueses têm a dizer sobre estas temáticas.No próximo dia 1 de outubro de 2025, entre as 14h30 às 16h50, no Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL), em Lisboa, vai realizar-se a conferência "Confiança nos Serviços Públicos e Participação Cívica: Evidências de um Inquérito Europeu", no âmbito do projeto europeu "Involve".O evento contará com a apresentação dos resultados do inquérito internacional realizado em oito países europeus, incluindo Portugal, naquele que se pretende que seja um espaço de reflexão sobre os desafios que estas matérias colocam à democracia e à governação. Participe neste evento e dê o seu contributo. Consulte o programa na secção "Documentação Relacionada".Agradecemos que confirme a sua presença aqui, até 29 de setembro.
A Rede DLBC Lisboa dá as boas-vindas a três novos associados!
Por que motivo as Organizações Não Governamentais (ONG) e associações têm de pagar IMI, se estão a desenvolver atividades para a comunidade, enquanto outras organizações não o fazem??
Um Presidente da República de um país 2/3 urbanizado deve mostrar preocupação pelo facto de o instrumento DLBC urbano estar ausente do Quadro Comunitário vigente e do Orçamento de Estado.O DLBC urbano (Desenvolvimento Local de Base Comunitária) é um modelo que assenta na participação ativa das populações, na construção de soluções a partir do território e no envolvimento das organizações locais. Atualmente, existem mais de 100 Grupos de Ação Local urbanos ativos na UE, maioritariamente na Roménia, mas também em países como a Lituânia, Polónia, Países Baixos, Alemanha, França e Espanha.É um instrumento comprovado na promoção da coesão social, na redução das desigualdades e no fortalecimento das comunidades urbanas mais vulneráveis e que pode ajudar os municípios na resposta aos desafios sociais que enfrentam.Nas eleições presidenciais do próximo dia 18 de janeiro, votar é também uma forma de exigir responsabilidade, diálogo e políticas públicas que não abandonem os territórios à invisibilidade institucional.
Convidamos todos os associados para um Lanche de Natal, a realizar no próximo dia 16 de dezembro, pelas 17h00, no Centro de Recursos DLBC Lisboa, em Carnide.Será um momento descontraído de convívio e partilha entre todos, e gostaríamos de contar com a vossa participação. Agradecemos que tragam uma pequena contribuição para a mesa (comida, bebidas ou outros itens que considerem apropriados). Preencham, por favor, o documento neste link, até 12 de dezembro, para evitarmos sobreposições.
A Clip RD promoveu o Encontro ABL – Associações de Base Local, na Universidade Lusófona, em Lisboa, no dia 22 de novembro de 2025.A Rede DLBC Lisboa marcou presença através da Diretora Executiva, Maria José Domingos, oradora no painel dedicado ao tema “Como envolver a população nas dinâmicas associativas?” Este painel contou também com a participação de Mauro Wah, da Associação de Moradores do Per 11, João Brás, da Youth 4 Change, e Sandra Borges, da Associação Moinho em Movimento, sob moderação de Nelson Ramalho, Professor da Universidade Lusófona.
As moedas sociais e complementares são instrumentos criados por comunidades, associações ou municípios para reforçar as economias locais e estimular trocas solidárias fora do circuito financeiro tradicional.
Em Portugal, o direito à habitação é reconhecido constitucionalmente, mas continua a ser um desafio do presente e do futuro. A escassez de oferta, o aumento dos preços e a dificuldade de planeamento urbano justo e inclusivo são uma realidade para quem vive na cidade. Estas e outras são questões que irão ser abordadas no próximo encontro.Convidamo-lo/a participar no sexto Ciclo de Conversas EAPN Portugal/Rede DLBC Lisboa, "A Cidade por Fazer: Habitação e Planeamento em Debate". O evento terá lugar no dia 17 de outubro, das 10h00 às 12h30, na Biblioteca Camões, em Lisboa. Nesta conversa, iremos refletir sobre os desafios e caminhos possíveis para pensar a cidade como espaço de justiça social. A iniciativa assinala o "Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza".Estes encontros, gratuitos, ocorrerão periodicamente, sendo obrigatório efetuar inscrição prévia, uma vez que o número de participantes é limitado à capacidade da sala.Inscrições até dia 15 de outubro.Contamos com a sua presença!
Confiança política, participação cívica e avaliação dos serviços públicos: venha saber o que os portugueses têm a dizer sobre estas temáticas.No próximo dia 1 de outubro de 2025, entre as 14h30 às 16h50, no Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL), em Lisboa, vai realizar-se a conferência "Confiança nos Serviços Públicos e Participação Cívica: Evidências de um Inquérito Europeu", no âmbito do projeto europeu "Involve".O evento contará com a apresentação dos resultados do inquérito internacional realizado em oito países europeus, incluindo Portugal, naquele que se pretende que seja um espaço de reflexão sobre os desafios que estas matérias colocam à democracia e à governação. Participe neste evento e dê o seu contributo. Consulte o programa na secção "Documentação Relacionada".Agradecemos que confirme a sua presença aqui, até 29 de setembro.
A Rede DLBC Lisboa dá as boas-vindas a três novos associados!
Por que motivo as Organizações Não Governamentais (ONG) e associações têm de pagar IMI, se estão a desenvolver atividades para a comunidade, enquanto outras organizações não o fazem??