Rede DLBC

06/07/2023

VISITA LÍDERES COMUNITÁRIOS |

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“Tivemos cá hoje no Centro de Recursos [CR] DLBC Lisboa Olaias uma comitiva da comunidade local, que veio conhecer o espaço, articular esforços e partilhar visões sobre o território, sobretudo sobre a forma como este Centro se pode abrir à comunidade”, revelou o presidente da Rede DLBC Lisboa. Gonçalo Folgado salientou o facto de a organização estar “a envidar todos os esforços para que esta situação passe de uma visita esporádica a uma realidade do quotidiano”, não esquecendo que “antes de qualquer tipo de operação é necessário trabalhar com as pessoas e verificar, do ponto de vista de diagnóstico, o que é que pode ser feito”. O processo nunca poderá decorrer “de forma unilateral”, pois, “para perceber, efetivamente, do que é que precisam e como podemos ajudá-las” é necessário estabelecer “um diálogo com as pessoas e para as pessoas”, acrescentou.

O CR, a equipa da Rede e o seu presidente receberam a visita de Nuno Wemans (Clube Intercultural Europeu), João Teixeira (KasaPT) e do líder comunitário Mário Maia, mais conhecido por “Marinho”. “Trouxemos ao nosso espaço líderes comunitários que, com o seu conhecimento sobre o território, podem ajudar neste processo de abertura do CR DLBC Lisboa Olaias ao bairro, às comunidades e a Lisboa”, finalizou Gonçalo Folgado.

Gonçalo Folgado, João Teixeira (KasaPT), Elsa Garrido (Rede DLBC Lisboa), Mário Maia e Nuno Wemans (Clube Intercultural Europeu)



O presidente da Rede DLBC Lisboa na companhia de Nuno Wemans, Seomara Machaqueiro (Rede DLBC Lisboa) e Mário Maia

Publicado por: Ana Alexandra Henriques

Votar também é exigir políticas públicas para os territórios urbanos!

Um Presidente da República de um país 2/3 urbanizado deve mostrar preocupação pelo facto de o instrumento DLBC urbano estar ausente do Quadro Comunitário vigente e do Orçamento de Estado.O DLBC urbano (Desenvolvimento Local de Base Comunitária) é um modelo que assenta na participação ativa das populações, na construção de soluções a partir do território e no envolvimento das organizações locais. Atualmente, existem mais de 100 Grupos de Ação Local urbanos ativos na UE, maioritariamente na Roménia, mas também em países como a Lituânia, Polónia, Países Baixos, Alemanha, França e Espanha.É um instrumento comprovado na promoção da coesão social, na redução das desigualdades e no fortalecimento das comunidades urbanas mais vulneráveis e que pode ajudar os municípios na resposta aos desafios sociais que enfrentam.Nas eleições presidenciais do próximo dia 18 de janeiro, votar é também uma forma de exigir responsabilidade, diálogo e políticas públicas que não abandonem os territórios à invisibilidade institucional.