Rede DLBC

29/01/2025

SAVE THE DATE | 10 Anos | Rede DLBC Lisboa | 7 fevereiro

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No próximo dia 7 de fevereiro, a Rede DLBC Lisboa faz 10 anos! Para assinalar a data, realizaremos uma celebração no Centro de Recursos DLBC Lisboa, em Carnide, entre as 14h e as 22h. O evento será uma oportunidade para dar a conhecer o trabalho da nossa associação em conjunto com as organizações da cidade, num momento de portas abertas para quem quiser visitar-nos e deixar o seu testemunho. O programa inclui um Porto de Honra, uma conversa sobre "Desenvolvimento Local de Base Comunitária" e um jantar de encerramento:


14:00 às 19:30 — Portas Abertas: Centro Recursos DLBC Lisboa

15:00 às 17:00 — Conversa: Desenvolvimento Local de Base Comunitária, com:

  • AMBPC - Elisete Andrade
  • Bicicultura - Daniel Tato
  • CPR - Dora Estoura
  • IAC - Matilde Sirgado

17:00 às 18:00 — Porto de Honra

20:00 às 22h00 — Jantar de Encerramento no restaurante “É uma Mesa”


Junte-se a nós, venha cantar os "Parabéns" à Rede DLBC Lisboa, e confirme a sua presença, até ao dia 4 de fevereiro, através do formulário disponível aqui.

Votar também é exigir políticas públicas para os territórios urbanos!

Um Presidente da República de um país 2/3 urbanizado deve mostrar preocupação pelo facto de o instrumento DLBC urbano estar ausente do Quadro Comunitário vigente e do Orçamento de Estado.O DLBC urbano (Desenvolvimento Local de Base Comunitária) é um modelo que assenta na participação ativa das populações, na construção de soluções a partir do território e no envolvimento das organizações locais. Atualmente, existem mais de 100 Grupos de Ação Local urbanos ativos na UE, maioritariamente na Roménia, mas também em países como a Lituânia, Polónia, Países Baixos, Alemanha, França e Espanha.É um instrumento comprovado na promoção da coesão social, na redução das desigualdades e no fortalecimento das comunidades urbanas mais vulneráveis e que pode ajudar os municípios na resposta aos desafios sociais que enfrentam.Nas eleições presidenciais do próximo dia 18 de janeiro, votar é também uma forma de exigir responsabilidade, diálogo e políticas públicas que não abandonem os territórios à invisibilidade institucional.