Rede DLBC

26/09/2023

Oficina de Capacitação e Criação de Projetos | 2, 9, 16 e 23 de outubro de 2023 | 9h30-13 h | CR DLBC Lisboa |

Oficina de Capacitação (Associados) - Banner Site.jpg

A Rede DLBC Lisboa vai realizar uma “Oficina de Capacitação e Criação de Projetos”, todas as segundas-feiras do mês de outubro (dias 2, 9, 16 e 23), entre as 9h30 e as 13 horas, no Centro de Recursos DLBC Lisboa Olaias.

Esta é uma oportunidade para trabalharmos nos vossos projetos, prepararmo-nos para enfrentar os desafios futuros e alcançar resultados ainda mais impactantes no desenvolvimento local de base comunitária na cidade. 

A oficina é um espaço único de desenho e enquadramento de projeto.

participação, totalmente gratuita e exclusiva para os associados da Rede DLBC Lisboa, será presencial, para que possamos colaborar de forma mais próxima e produtiva.

Para dinamizar a Oficina, contaremos com o expertise de João Mesquita.

Faça aqui a sua inscrição.

Contamos com a sua presença!

Publicado por: REDEDLBC

Votar também é exigir políticas públicas para os territórios urbanos!

Um Presidente da República de um país 2/3 urbanizado deve mostrar preocupação pelo facto de o instrumento DLBC urbano estar ausente do Quadro Comunitário vigente e do Orçamento de Estado.O DLBC urbano (Desenvolvimento Local de Base Comunitária) é um modelo que assenta na participação ativa das populações, na construção de soluções a partir do território e no envolvimento das organizações locais. Atualmente, existem mais de 100 Grupos de Ação Local urbanos ativos na UE, maioritariamente na Roménia, mas também em países como a Lituânia, Polónia, Países Baixos, Alemanha, França e Espanha.É um instrumento comprovado na promoção da coesão social, na redução das desigualdades e no fortalecimento das comunidades urbanas mais vulneráveis e que pode ajudar os municípios na resposta aos desafios sociais que enfrentam.Nas eleições presidenciais do próximo dia 18 de janeiro, votar é também uma forma de exigir responsabilidade, diálogo e políticas públicas que não abandonem os territórios à invisibilidade institucional.