Rede DLBC

24/07/2023

FOOD WAVE | WORKSHOP “TURBANTES AFRO” E SHOWCOOKING “COZINHA AFRICANA SEM DESPERDÍCIO” | 28/07 19h | Horta |

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Sempre que vê os coloridos e chamativos turbantes africanos, impecáveis, nas cabeças das mulheres, fica a pensar como é que elas conseguem prendê-los e deixá-los nos mais diferentes formatos?

Se esta dúvida lhe ocorre e tem interesse pela temática, não pode faltar ao workshop “Turbantes Afro”, em que prometemos contar-lhe tudo! Esta iniciativa será promovida pela Associação Mén Non, no próximo dia 28 de julho, a partir das 19 horas, no terraço do Centro de Recursos DLBC Lisboa, em Carnide, onde se localiza também a nossa horta.

Além do workshop, contaremos também com o showcooking “Cozinha Africana Sem Desperdício”, liderado pelo chef Mauro Airosa, um evento eco-friendly da Sea – Social Entrepreneurs Agency, que promete um final de tarde recheado de cheiros, temperos e sabores, usando os produtos da horta da Rede DLBC Lisboa.

Ambas as atividades são gratuitas e enquadram-se no âmbito do projeto internacional “Food Wave”, do qual somos parceiros.

Ficamos à sua espera!

Até lá!

Publicado por: REDEDLBC

Votar também é exigir políticas públicas para os territórios urbanos!

Um Presidente da República de um país 2/3 urbanizado deve mostrar preocupação pelo facto de o instrumento DLBC urbano estar ausente do Quadro Comunitário vigente e do Orçamento de Estado.O DLBC urbano (Desenvolvimento Local de Base Comunitária) é um modelo que assenta na participação ativa das populações, na construção de soluções a partir do território e no envolvimento das organizações locais. Atualmente, existem mais de 100 Grupos de Ação Local urbanos ativos na UE, maioritariamente na Roménia, mas também em países como a Lituânia, Polónia, Países Baixos, Alemanha, França e Espanha.É um instrumento comprovado na promoção da coesão social, na redução das desigualdades e no fortalecimento das comunidades urbanas mais vulneráveis e que pode ajudar os municípios na resposta aos desafios sociais que enfrentam.Nas eleições presidenciais do próximo dia 18 de janeiro, votar é também uma forma de exigir responsabilidade, diálogo e políticas públicas que não abandonem os territórios à invisibilidade institucional.