Rede DLBC

01/10/2024

Ciclo de Conversas EAPN Portugal/Rede DLBC Lisboa | "Os Imigrantes e a Participação Política" | 24 de outubro de 2024 |

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Em Portugal, os imigrantes residentes que não possuem nacionalidade portuguesa enfrentam limitações no acesso pleno aos direitos políticos. Atualmente, por exemplo, podem votar nas eleições autárquicas, mas são excluídos das eleições legislativas. Esta e outras são questões que irão ser abordadas no próximo encontro.

 

Convidamo-lo/a participar no quarto Ciclo de Conversas EAPN/Rede DLBC Lisboa. O evento terá lugar no dia 24 de outubro, das 15h00 às 17h30, na Biblioteca Camões, em Lisboa. Nesta conversa, iremos refletir sobre estas questões de exclusão, justiça e equidade no exercício da cidadania. A iniciativa insere-se na semana em que se assinala o "Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza" (17 de outubro).


Estes encontros, gratuitos, ocorrerão periodicamente, sendo obrigatório efetuar inscrição prévia, uma vez que o número de participantes é limitado à capacidade da sala.


Agradecemos que nos envie o formulário preenchido até dia 21 de outubro de 2024.


Contamos com a sua presença!

Publicado por: REDEDLBC

Votar também é exigir políticas públicas para os territórios urbanos!

Um Presidente da República de um país 2/3 urbanizado deve mostrar preocupação pelo facto de o instrumento DLBC urbano estar ausente do Quadro Comunitário vigente e do Orçamento de Estado.O DLBC urbano (Desenvolvimento Local de Base Comunitária) é um modelo que assenta na participação ativa das populações, na construção de soluções a partir do território e no envolvimento das organizações locais. Atualmente, existem mais de 100 Grupos de Ação Local urbanos ativos na UE, maioritariamente na Roménia, mas também em países como a Lituânia, Polónia, Países Baixos, Alemanha, França e Espanha.É um instrumento comprovado na promoção da coesão social, na redução das desigualdades e no fortalecimento das comunidades urbanas mais vulneráveis e que pode ajudar os municípios na resposta aos desafios sociais que enfrentam.Nas eleições presidenciais do próximo dia 18 de janeiro, votar é também uma forma de exigir responsabilidade, diálogo e políticas públicas que não abandonem os territórios à invisibilidade institucional.