Rede DLBC

03/06/2024

Ciclo de Conversas EAPN Portugal/Rede DLBC Lisboa | "E Depois da Prisão? A Desinstitucionalização e o Regresso à Comunidade" | 20 de junho de 2024 |

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A desinstitucionalização e a reinserção na comunidade de pessoas que têm ou tiveram problemas com a Justiça são abordagens que reconhecem a complexidade das situações vividas.Torna-se fundamental compreender as causas subjacentes aos comportamentos desviantes, promovendo a reabilitação e a ressocialização dos indivíduos.


Convidamo-lo/a marcar presença no Ciclo de Conversas EAPN/Rede DLBC Lisboa. O terceiro encontro, "E Depois da Prisão? A Desinstitucionalização e o Regresso à Comunidade", está marcado para 20 de junho, entre as 14h30 e as 17h00, na Biblioteca Palácio Galveias, em Lisboa.


Nesta conversa, vamos falar de abordagens e metodologias relacionadas com este tema, de programas de reabilitação e transição, de apoio comunitário e também do estigma existente na sociedade, que dificulta a reintegração de pessoas com antecedentes criminais.


Estes encontros, gratuitos, ocorrerão periodicamente, sendo obrigatório efetuar inscrição prévia, uma vez que o número de participantes é limitado à capacidade da sala.


Agradecemos que nos envie o formulário preenchido até dia 17 junho de 2024.


Contamos com a sua presença!

Publicado por: REDEDLBC

Votar também é exigir políticas públicas para os territórios urbanos!

Um Presidente da República de um país 2/3 urbanizado deve mostrar preocupação pelo facto de o instrumento DLBC urbano estar ausente do Quadro Comunitário vigente e do Orçamento de Estado.O DLBC urbano (Desenvolvimento Local de Base Comunitária) é um modelo que assenta na participação ativa das populações, na construção de soluções a partir do território e no envolvimento das organizações locais. Atualmente, existem mais de 100 Grupos de Ação Local urbanos ativos na UE, maioritariamente na Roménia, mas também em países como a Lituânia, Polónia, Países Baixos, Alemanha, França e Espanha.É um instrumento comprovado na promoção da coesão social, na redução das desigualdades e no fortalecimento das comunidades urbanas mais vulneráveis e que pode ajudar os municípios na resposta aos desafios sociais que enfrentam.Nas eleições presidenciais do próximo dia 18 de janeiro, votar é também uma forma de exigir responsabilidade, diálogo e políticas públicas que não abandonem os territórios à invisibilidade institucional.