Rede DLBC

02/10/2025

Ciclo de Conversas EAPN Portugal/Rede DLBC Lisboa | "A Cidade por Fazer: Habitação e Planeamento em Debate" | 17 de outubro de 2025 |

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Em Portugal, o direito à habitação é reconhecido constitucionalmente, mas continua a ser um desafio do presente e do futuro. A escassez de oferta, o aumento dos preços e a dificuldade de planeamento urbano justo e inclusivo são uma realidade para quem vive na cidade. Estas e outras são questões que irão ser abordadas no próximo encontro.


Convidamo-lo/a participar no sexto Ciclo de Conversas EAPN Portugal/Rede DLBC Lisboa, "A Cidade por Fazer: Habitação e Planeamento em Debate". O evento terá lugar no dia 17 de outubro, das 10h00 às 12h30, na Biblioteca Camões, em Lisboa. Nesta conversa, iremos refletir sobre os desafios e caminhos possíveis para pensar a cidade como espaço de justiça social. A iniciativa assinala o "Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza".


Estes encontros, gratuitos, ocorrerão periodicamente, sendo obrigatório efetuar inscrição prévia, uma vez que o número de participantes é limitado à capacidade da sala.

Inscrições até dia 15 de outubro.


Contamos com a sua presença!

Publicado por: REDEDLBC

Votar também é exigir políticas públicas para os territórios urbanos!

Um Presidente da República de um país 2/3 urbanizado deve mostrar preocupação pelo facto de o instrumento DLBC urbano estar ausente do Quadro Comunitário vigente e do Orçamento de Estado.O DLBC urbano (Desenvolvimento Local de Base Comunitária) é um modelo que assenta na participação ativa das populações, na construção de soluções a partir do território e no envolvimento das organizações locais. Atualmente, existem mais de 100 Grupos de Ação Local urbanos ativos na UE, maioritariamente na Roménia, mas também em países como a Lituânia, Polónia, Países Baixos, Alemanha, França e Espanha.É um instrumento comprovado na promoção da coesão social, na redução das desigualdades e no fortalecimento das comunidades urbanas mais vulneráveis e que pode ajudar os municípios na resposta aos desafios sociais que enfrentam.Nas eleições presidenciais do próximo dia 18 de janeiro, votar é também uma forma de exigir responsabilidade, diálogo e políticas públicas que não abandonem os territórios à invisibilidade institucional.